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“Por muitos anos, vimos os jornalistas brasileiros lidarem com várias questões relativas à insegurança, que vão desde grupos criminosos que tentam silenciá-los até empresários e autoridades públicas corruptas que discordam com aquilo que eles reportam”

- Hannah Storm, diretora do International News Safety Institute (INSI)

Internautas iniciam campanha para que fotos de mortos no acidente não sejam compartilhadas

Usuários do Twitter e do Facebook iniciaram uma campanha para pedir que fotos do acidente aéreo com o avião que transportava o time da Chapecoense, que ocorreu na madrugada desta terça-feira (29), não fossem compartilhadas.



Algumas imagens de pessoas mortas começarem a circular pela web logo após o acidente. Irritados, internautas começaram uma campanha contra o "vilipêndio de cadáveres", expressão presente em um dos dois textos que marcam a revolta contra o compartilhamento das fotos. Eles usam a hashtag #ForçaChape.

"Postagem de Utilidade Pública. Campanha contra o Vilipêndio de Cadáveres. Para os urubus e carniceiros de plantão, peço encarecidamente que evitem postar fotos das vítimas do acidente aéreo com jogadores da Chapecoense e demais passageiros. Sei que para alguns, a curiosidade fala mais alto, mas se coloque como familiar de uma das vítimas, e pense se gostaria que suas imagens fossem divulgadas nessas condições. Para mim, o interesse em ver é zero. Por favor, não compartilhe as imagens. Diga não à carniçaria humana", dizia um dos textos.

"Você, isso mesmo. Você! Não seja um idiota. Caso aparecer alguma foto dos mortos no acidente não compartilha no seu WhatsApp, Facebook, e-mail, Instagram, Snapchat ou qualquer coisa do tipo. Não seja um idiota. Respeite os familiares!", postou um dos idealizadores.

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