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“Por muitos anos, vimos os jornalistas brasileiros lidarem com várias questões relativas à insegurança, que vão desde grupos criminosos que tentam silenciá-los até empresários e autoridades públicas corruptas que discordam com aquilo que eles reportam”

- Hannah Storm, diretora do International News Safety Institute (INSI)

IDENTIFICAR O ORGULHO E ANDAR EM HUMILDADE

Cada pessoa é atormentada por determinados pecados que representam uma fraqueza a ser superada. No entanto, todos lidam com o orgulho, porque, como já disse alguém, “é uma parte inevitável da natureza caída do homem” e que difere daquilo que é Deus, portanto nos afasta d’Ele. Então, como percebê-lo?
Peço ao Senhor, assim como Davi: “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me e conhece meus pensamentos. E vê se há em mim algum caminho mau, e guia-me pelo caminho eterno” (Salmo 139, 23-24). Também a Maria, exemplo de humildade, que auxilia como mãe que é a enxergar tal erro.

Ao mesmo tempo, reflexões são necessárias. Um exemplo: há situações em que se sente superior aos outros (altivez)? Busca e deseja conquistar, invariavelmente, a admiração das pessoas (vaidade)? Resiste à autoridade de Deus (rebeldia)? Ofende-se com facilidade e acha que os outros são uma ameaça e prejudicariam sua imagem (autoproteção)? Não aceita correção, tornando-se inacessível ou aquele que “sabe tudo”? Há momentos em que se acha “mais santo” que os outros, só porque tem determinadas atitudes corretas (soberba espiritual)? E lembre-se, “ninguém tem mais orgulho do que os que sonham que não têm nenhum”.
Após esse momento de autoconhecimento, agradeça a Deus, porque, se agora as coisas são mais claras, é porque o coração abriu janelas para a graça de Jesus iluminar os lugares antes escuros.
Quando puro de coração, a miséria se torna evidente e surge o arrependimento e a necessidade incômoda de reconciliar-se com Deus. O sacramento da confissão fica à espera da pessoa. A oportunidade de começar de novo a aguarda, mas isso é só um passo para onde se pretende chegar.

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