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“Por muitos anos, vimos os jornalistas brasileiros lidarem com várias questões relativas à insegurança, que vão desde grupos criminosos que tentam silenciá-los até empresários e autoridades públicas corruptas que discordam com aquilo que eles reportam”

- Hannah Storm, diretora do International News Safety Institute (INSI)

A escolha da profissão depende de sua formação acadêmica?

Formados
Se você é estudante, provavelmente já escutou muitas frases do tipo “há muitas vagas de emprego no país, mas não há mão de obra qualificada” ou “estão contratando cada vez mais estrangeiros pela falta de mão de obra qualificada nacional”. Para estudantes uma frase desse tipo incentiva a continuidade aos estudos, mas para quem já abandonou os estudos para trabalhar e hoje decide retomá-los, o quadro costuma ser um pouco mais difícil, isso porque a maioria destes já se esqueceu de boa parte do que aprendeu durante o período escolar, mas isso não é motivo para desânimo já que cursinhos espalhados pelo país adotam técnicas de ensino de base, voltadas especialmente para estes alunos.

Escolhendo a Profissão

A Escolha da Profissão
A Escolha da Profissão
O conhecimento é dividido em três grandes áreas: Ciências Biológicas, Exatas e Humanas, que englobam os cursos acadêmicos dos quais temos ciência. A primeira etapa para escolher a profissão certa é avaliar as características de cada uma dessas grandes áreas e ver com a qual você se identifica mais e dentro dela procurar o curso adequado, por exemplo, se um estudante tem afinidade com números e cálculos, mas acha aulas de história e geografia quase insuportáveis, dificilmente escolherá um curso da área de humanidades. No entanto, embora esse seja o parâmetro mais adotado, vale também lembrar que a escolha da profissão é um processo dinâmico, por mais que a escolha já esteja feita, é comum que estejamos em constante questionamento quanto a tais escolhas já que nossas competência e profissões mudam constantemente. No entanto também é necessário enxergar um pouco além, tentar imaginar como seria seu cotidiano em tal profissão, já que das salas de aula e do componente curricular para a prática da profissão há muitas diferenças, o que faz com que seja necessário certa persistência para aturar algumas matérias ao longo da jornada escolar para depois exercer plenamente a profissão. Hoje as profissões são mais dinâmicas, isso significa que se um estudante se forma em medicina, por exemplo, não terá de trabalhar num escritório especificamente lidando com pacientes e com sangue, mas poderá gerenciar o próprio hospital onde trabalha.


Escolhendo a Profissão
Com Relação ao Mercado de Trabalho
O Mercado de Trabalho
O Mercado de Trabalho
Os cursos de graduação demoram em média 5 anos até sua conclusão e pelo ritmo de vida em que vivemos hoje isso é muito tempo, o suficiente para haver mudanças socioeconômicas intensas e vorazes, mudando completamente o cenário das profissões. Com isso, não é aconselhável escolher uma profissão porque hoje ela está em alta, ou porque futuramente promete ser um verdadeiro assombro em vagas, já que não é possível ter precisão ao prever o futuro do mercado. Embora existam alguns campos de destaque promissores atualmente, como as do setor de energia, é aconselhável pensar em novas possibilidades que surgirão para o futuro e principalmente na saturação do mercado. Além das vagas no mercado, outro fator que acostuma preocupar e assolar a maioria dos que estão no processo de escolha é o retorno financeiro da profissão escolhida. A verdade é que este é outro fator onde há somente especulações, pois também é incerto. A concorrência em qualquer profissão é gigantesca, no entanto quando se faz aquilo que não lhe dá prazer, mas somente pela busca de status, é bem provável que se empregue pouca habilidade no exercício da mesma, em contrapartida quando há satisfação naquilo que se faz é normal que surja também competência e um retorno financeiro às vezes melhor que o esperado.







Mentes brilhantes sem formações concluídas


Mark Zuckerberg
Mark Zuckerberg
Há casos em que a surpresa predomina, pelo fato de um nível tão alto ter sido atingido por pessoas que sequer concluíram um nível superior, ou até mesmo nem começaram um. Mark Zuckerberg é o inventor e CEO do Facebook, rede social online que já o proporciona uma fortuna estimada em 6,9 bilhões de dólares. Mark iniciou seu curso superior em Harvard, com ciências da computação e psicologia. Com a notável criação de alguns softwares, a marca Microsoft já o fez uma proposta para comprar os direitos de um deles, ainda na época da faculdade, quando Mark recusou a venda e preferiu oferecer de maneira gratuita aos internautas. O grande sucesso do Facebook fez com que o jovem largasse os estudos e se dedicasse a sua trajetória como presidente da empresa. Hoje, ele tem apenas 26 anos e é o jovem mais rico do mundo. Falando de questões nacionais e não menos grandiosas, Eike Batista é o homem mais rico do Brasil e sua fortuna passa dos 50 bilhões de reais. Eike não é formado em faculdade, apesar de ter iniciado uma graduação em engenharia na Aachen University, na Alemanha. A revista Abril publicou um artigo no qual cita as empresas de Eike: “MMX, OGX, LLX, MPX, MD.X Day Hospital, Real State, Hotel Glória, Mr. Lam e Porto de Peruíbe, além da holding EBX. A maioria das empresas possui a letra “X” porque, segundo Eike, elas são o símbolo da multiplicação.”

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