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“Por muitos anos, vimos os jornalistas brasileiros lidarem com várias questões relativas à insegurança, que vão desde grupos criminosos que tentam silenciá-los até empresários e autoridades públicas corruptas que discordam com aquilo que eles reportam”

- Hannah Storm, diretora do International News Safety Institute (INSI)

Golpe no Whatsapp atingiu milhões de usuários

Circula pelo aplicativo WhatsApp uma mensagem que promete um recurso de personalizar a interface do serviço com cores diferentes. Porém, a personalização é uma armadilha para enganar os usuários e disseminar vírus por meio do aparelho celular. A empresa PSafe contabilizou mais de 1 milhão de pessoas enganadas pela fraude.

Foto: Reprodução


A mensagem recebida pelo App induz o usuário a clicar em um link, que supostamente disponibiliza as novas opções de cores no WhatsApp. O vírus pode ser instalado em todos os sistemas de aparelhos como iOS, Android, Windows Phone ou até BlackBerry. Antes de promover a instalação, a vítima tem de compartilhar uma mensagem com amigos ou em grupo.

O vírus é instalado depois da mensagem  compartilhada, onde um botão de 'ativar recurso' é liberado na tela do celular e induz o usuário a instalar vários aplicativos de fontes desconhecidas. Para cada App instalado, uma quantia em dinheiro é depositada para o hacker responsável pelo golpe.

Os usuários do WhatsApp devem se proteger com a instalação de antivírus nos aparelhos, não clicar em links e programas desconhecidos e evitar o compartilhamento de tais mensagens duvidosas. Uma dica valiosa: preste atenção ao se conectar em redes Wi-Fi que não tenham senha, procure apenas as redes protegidas, que possuem maior segurança no envio de dados.

Um outro golpe promete mostrar quem visualizou suas fotos e status no aplicativo. Em duas semanas, foram infectados mais de 60 mil dispositivos, de acordo coma empresa de segurança ESET. 




"Apesar de trazer novidades, o modo de atuação do golpe é novo. Os cibercriminosos tentam enganar os usuários do WhatsApp para que eles se inscrevam - mesmo sem saber - em serviços de SMS premium", explica Camilo Di Jorge, presidente da ESET Brasil.


Os criminoso prometem ativar o novo recuso somente quando o usuário compartilhar o link com dez amigos ou em cinco grupo. Depois disso, é preciso inserir seus dados de contato, o que acaba incluindo a linha em um serviço pago. 



 

"É importante que os usuários fiquem atentos ás mensagens do WhatsApp e não cliquem em links que contenham informações suspeitas, independentemente de quem as as envia", aconselha Di Jorge.
Fotos e Fonte: (Android Central)

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