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“Por muitos anos, vimos os jornalistas brasileiros lidarem com várias questões relativas à insegurança, que vão desde grupos criminosos que tentam silenciá-los até empresários e autoridades públicas corruptas que discordam com aquilo que eles reportam”

- Hannah Storm, diretora do International News Safety Institute (INSI)

O Famoso “Deu Branco”

O Famoso "Deu Branco"
O Famoso “Deu Branco”
Sabe aquela sensação de “Putz, eu sabia a resposta, mas na hora deu branco”? A memória é assim mesmo, uma fileira de arquivos parecida com uma enorme biblioteca e que podem ser acessados imediatamente a partir de um estímulo qualquer: seja um cheiro, um gosto, um som e até mesmo um toque. O mais incrível é que nesses arquivos, formados por centenas de bilhões de neurônios, há sempre espaço para novidades, que somos capazes de lembrar ou esquecer num piscar de olhos. Este é o problema do nosso maravilhoso sistema de arquivos, ele pode ficar lotado ou simplesmente desaparecer e segundo o professor de neurobiologia da Universidade da Califórnia, James McGaugh, “o aspecto mais notável da memória é o esquecimento”. A verdade é que não nos lembramos da maior parte dos fatos que já vivenciamos, normalmente esquecemos os mais relevantes e ficamos com aqueles de maior significado e este é um meio de renovação da memória, já que ela mobiliza e ocupa muitas células, é necessário liberar um espaço de vez em quando e isso é feito esquecendo certas coisas, para que a memória não vire um depósito de lixo – ora traumático, ora inútil. O problema surge quando há perda de controle do esquecimento, fenômeno intrigante que a medicina conhece como amnésia.

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