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“Por muitos anos, vimos os jornalistas brasileiros lidarem com várias questões relativas à insegurança, que vão desde grupos criminosos que tentam silenciá-los até empresários e autoridades públicas corruptas que discordam com aquilo que eles reportam”

- Hannah Storm, diretora do International News Safety Institute (INSI)

Transar no primeiro encontro

Transar no primeiro encontro
Dúvida cruel e que apavora grande parte das mulheres: será que devem transar no primeiro encontro?

As respostas mais comuns: - Não, porque ele não vai me valorizar.
- Não, porque já dei o que ele queria e ele vai embora.
- Não, porque vai me achar qualquer uma.
- Sim, e daí?
- Sim, sou uma mulher que mando no meu nariz.

Todas essas respostas são autocentradas, a mulher não está realmente entendendo que ela quer estabelecer uma relação. Ainda não notou que está olhando mais para si mesma do que para o homem que potencialmente a deseja. Mal conhece aquela pessoa e já está tomando decisões baseadas em fantasias pessoais e pré-julgamentos que são generalizações comuns que a transformam em apenas um corpo. Não apenas o homem a vê como um corpo, mas ela própria. A antecipação da decisão já a própria negação de uma abertura, ou seja, o contrário do que um primeiro encontro provoca.

Apesar dessas respostas terem algo de real elas escondem a verdadeira questão.
A mente masculina funciona em torno de desafios e uma mulher que está fechada não propicia a descoberta. É como uma profecia autorrealizadora, de tanto medo de se abrir ou se entregar em qualquer nível, seja emocional ou sexual, ela própria induz uma sensação ruim no seu potencial parceiro.
Ela se esconde atrás de um medo e um preconceito.
Quando ela começa a proteger a si mesma qualquer encanto que um homem poderia ter por uma mulher complexa e com segurança de si vai embora.


Ao se entregar ao sexo imediatamente o homem não se sente desafiado a mostrar mais que seu tesão. Ela não deveria ceder à uma imagem falsa que ele criou.
Não é transa fácil ou difícil, no segundo ou décimo terceiro encontro, isso são regras cegas e sem sentido.
Quando uma mulher não o desafia a mostrar algo que vá além do fetiche da "transa casual do primeiro encontro" ele próprio pode se perder na máscara que criou. Isso excita não só o seu corpo, mas sua mente que não consegue decodificar uma mulher que até poderia transar no primeiro encontro e mesmo que o faça não será revelada por completo.
Ele vai respeitar uma mulher que quebra os jogos sociais com sutileza, charme e leveza de forma madura e sapeca, não fútil.
Mimos, chantagens, frescuras e controle levam qualquer um longe de você, mas generosidade, intensidade, autonomia, bom humor, tesão e carinho genuínos podem arrebatar um homem, com ou sem sexo no primeiro encontro.

Para não ser vista como vagabunda precisa muito mais que transar ou não de saída, mas ser realmente diferente: visão ampla, madura, prática, que abre um espaço psicológico vasto para o homem se desenvolver como ser humano.
Ele vai pensar: "não sei o que essa mulher tem de diferente, mas mexe comigo de um jeito que não consigo explicar, não é só o sexo, só o jeito ou a beleza, mas isso tudo e um algo a mais enigmático”.

Portanto, ao invés de se perguntar se deve ou não transar no primeiro encontro pergunte se sua existência é plena o suficiente para que ele queira muito mais que transar (que também é bom), mas mergulhar na sua vida.

Inalcançável não deve ser sua vagina, mas a dimensão transcendente em você que incita no homem as aspirações mais altas.
Se você for esse tipo de mulher inspiradora, o dia que o sexo acontecer será um mero detalhe.

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